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BRASIL, Sudeste, BIRIGUI, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Livros, contação de histórias
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Era uma vez...
Dicas da Sú...
21 maneiras de melhorar sua saúde 
1.) Escove bem seus dentes! 
2.)Vista-se de acordo com o clima. 
3.)Visite seu dentista regularmente.
 4.)Descanse.
 5.) Certifique-se que seu cabelo está seco antes de sair. 
6.)Coma direito.  7.)Use sempre o cinto de segurança.

8.)Sorria! Isso fará você se sentir melhor. 
9.)Não se culpe. 
10.)Tome banho. 
11.)Leia para exercitar seu cérebro (principalmente a Bíblia Sagrada) 
12.)Cuidado com o excesso de cafeína. 
13.)Faça exercícios.

14.)Vá ao oftamologista. 
15.)Coma vegetais.

16.)Acredite que as pessoas gostam de você como você é. 
17.)Perdoe e esqueça.  18.)Tire férias.

19.)Celebre todas as ocasiões.  20.) Tenha um hobby para passar o tempo.

21.)Ame ao outro como a ti mesmo.
Escrito por Sú às 10h21 AM
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Artigo... Parte I

Contos de fada – possível resolução para os conflitos infantis Ao entrar em uma sala de aula com crianças de cinco anos, carregando um livro de contos de fadas, um professor carrega mais que um livro. Mais que um simples conto. Quando o professor é um bom contador de histórias, o olhar daquelas crianças fica fixo, mas a mente voa. Como esses contos tornaram-se clássicos, se a narrativa acontece em palácios ou florestas e isso é tão distante da maioria das crianças, visto que não é comum encontrar palácios na cidade de São Paulo? E, apesar de existirem poucas florestas na nossa cidade, os jovens dão um jeito de se embrenhar em matas desconhecidas apesar do aviso de perigo dos pais. Os contos trazem conflitos pertinentes à vivência humana que permeiam diversas gerações. Eles trabalham com o conteúdo humano, com aquilo que muitas vezes fica escondido como a rivalidade fraterna, sensações edípicas, desejar a “morte” do pai do mesmo sexo... Desta forma, o conto de fada irá mostrar às crianças, de uma maneira subjetiva e em alguns pontos objetivamente, que a vida trará algumas dificuldades. A luta e a descoberta não acontecem da noite para o dia. O herói ou a heroína passam por diversas provas e essas devem ser realizadas por eles mesmos: “A única forma de nos tornamos nós mesmos é através de nossas próprias realizações”. (Bettelheim, 1980:173). A sociedade atual, globalizada, está cada vez mais tornando-se individualista e em busca de uma beleza externa perfeita, enquanto o mágico se esvai prematuramente. Todos os dias há notícias de violência na televisão, seja filho matando os pais ou pais descontrolados espancando seus filhos. Há também muitos programas que expõem a criança a uma sexualidade precoce. Seja programa infantil, novela ou “reality shows”. Uma reportagem da revista Educação, mostra-nos que os partos cresceram em 31% entre meninas de 10 a 14 anos – idade que a menina não tem maturidade psicológica, principalmente para criar um filho. As dúvidas e as angústias por que passam, crianças e jovens, são hoje respondidas de forma erotizada pelos meios de comunicação, especialmente a televisão. Sem contar o fácil acesso a sites da internet. O resgate da magia da leitura dos contos de fadas não será a solução dos problemas mundiais, no entanto, como eles atuam também no inconsciente, podem ajudar muito a criança a eliminar/entender o(s) conflito(s) pelo qual está passando no momento que entra em contato com a leitura e/ou a escuta deles. Existem diversas interpretações e análises para os contos de fada. É importante ressaltar que este artigo tem como respaldo a linha psicanalítica, levando em conta as teorias de Sigmund Freud e Jacques Lacan. Além disso, a escolha dos contos de fadas para a leitura foi cuidadosa, no sentido de procurar as traduções mais próximas das edições originais.
“Não é surpreendente descobrir que a psicanálise confirma nosso reconhecimento do lugar importante que os contos de fadas populares alcançaram na vida mental de nossos filhos. Em algumas pessoas, a rememoração de seus contos de fadas favoritos ocupa o lugar das lembranças de sua própria infância; elas transformaram esses contos em lembranças encobridoras”. (Freud, 1913:355). Os contos surgem a partir dos mitos e tradições orais, alguns datados do século II d.C.. Eles sofreram e sofrem modificações em sua estrutura, não apenas por razões externas, mas também por razões internas ao do próprio contador. Nas versões escritas por Perrault, por exemplo, ele acrescenta preceitos morais, já que esses contos eram usados para a diversão na corte de Versalhes. Nos dias atuais, essas alterações também ocorrem acarretando muitas vezes uma modificação no enredo da história para parecer menos “chocante” aos olhos da sociedade. Os autores dessas mudanças acreditam que a perversidade existente nos contos podem influenciar as crianças de forma a estas tornarem-se “violentas”, no entanto, parece não querer ver que os conflitos existentes nos contos são os conflitos internos pelos quais as crianças passam. As histórias dos contos de fadas, independente do local de origem, passam-se em lugar e épocas inexistentes (“país muito longe”, “numa floresta encantada”, “há muitos e muitos anos”...). Esta é uma das razões da fácil migração e entendimento em várias culturas e por várias idades, já que os contos tratam de conflitos que permeiam toda a base humana universal. Ou seja, os contos são atemporais, assim como o Id. Os principais autores e adaptadores de contos de fada são Charles Perrault (França), Hans Christian Andersen (Dinamarca) e Jakob e Wilhelm Grimm (Alemanha) – estes últimos mais conhecidos como “Os irmãos Grimm”. Mas, afinal, qual a relação entre contos de fadas e a subjetividade infantil? Quais os conteúdos presentes em um conto que possibilitam a uma criança elaborar seus conflitos? É impossível detalhar cada trecho e cada passagem de todos os contos, não apenas pelo número volumoso de contos, mas principalmente porque cada conto tem uma importância diferente para cada criança em períodos diferentes de sua vida. Como se constitui um sujeito? Quais os conflitos que vive? Lacan, apropriando-se de Freud, nos oferece referenciais partindo do Estádio do Espelho. Este Estádio, descrito por Lacan, começa aproximadamente aos seis meses de idade. É através dele que a criança começa a conquistar sua imagem corporal, através do discurso e do desejo do outro (mãe). De que forma os contos de fadas expressam esse momento e seus conflitos? Como ilustração podemos citar o conto: O patinho feio. Nesta história de Andersen, uma pata choca seus ovos e quando estes se quebram um sai diferente de todos os outros. Feio. Apesar de nadar muito bem, o patinho é desprezado pelos seus irmãos, pela comunidade dos patos e por sua mãe que diz: “Eu queria ver você bem longe daqui!” (Andersen, 1995:110). O patinho começa a achar que ele é realmente muito feio, então foge. Durante sua viagem passa por dificuldades e seus infortúnios são responsabilizados pela sua feiúra. Até que em um momento, ele vê os cisnes e vai ao encontro desses, mesmo correndo o risco de levar bicadas. Chegando lá: “(...) O pobrezinho abaixou a cabeça, olhando para a água, e esperou. Mas que foi que ele viu na água límpida? Por baixo de si, viu sua própria imagem; só que sua imagem não era mais de um desajeitado pássaro cinza-escuro, feio e repelente. Ele era um cisne!” (Andersen, 1995:118). O patinho, na verdade um cisne, já havia nadado antes em outros lagos. Porém, olhava-se através do olhar do outro, assujeitado ao desejo e olhar do outro – principalmente daquela que exerce a função materna. Saindo para o mundo, crescendo, quando volta a olhar sua imagem ele já vê um lindo cisne branco e não apenas um pato cinza feio – saída dessa assujeitação. É nesse Estádio que a criança começa aos poucos perceber que seu corpo, até então sentido como fragmentado, é algo único. É através dessa experiência, com a mediação do outro-mãe (mãe, enquanto função materna), que a criança começa estruturar seu eu e a conquistar a sua imagem corporal.
Escrito por Sú às 11h05 AM
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Artigo... Parte II

Essas identificações que as crianças fazem com os contos são facilitadas pela não especificidade de tempo e local. A identificação com os personagens é facilitada pela ausência de nome próprio. Normalmente o nome é relacionado às características físicas, como por exemplo, Branca de Neve e Cinderela ou Gata Borralheira (o nome origina de cinders, que significa borralho), um dos únicos nomes próprios que aparece é João – freqüente em muitas histórias – e Maria). Nos contos, a idade das princesas, reis, rainhas, bruxas, príncipes, etc. não é definida sendo possível transitar por todos os personagens em momentos diferentes de nossa vida. No conto há o personagem malvado, que geralmente é nominado e aparece sob a descrição da madrasta da “Branca de Neve”, a bruxa da casa de chocolates de “João e Maria” e o gigante que mora nas nuvens na história “João e o pé de feijão”. Ou seja, a maldade pode estar presente em todos nós. Nos contos, os personagens não têm ambivalência: ou são bons ou são maus – da mesma maneira que a criança pensa: a mãe má não pode ser a mãe boa. Na atualidade, muitos contos aparecem de forma distorcida do original. Um grande exemplo disso, são os desenhos animados de Walt Disney, que subtraem passagens consideradas mais fortes com o objetivo de não assustar ou chocar as crianças, “evitando” o conflito. Não podemos generalizar, algumas histórias de Disney merecem a devida atenção como O rei leão e a mais nova animação, Procurando Nemo. No entanto, quanto à adaptação de contos de fadas clássicos, estes aparecem distorcidos e amenizados. Os contos no original podem chocar alguns adultos, é “assustador” um lobo que come uma menina (Chapeuzinho vermelho) ou uma sereia que arranca sua própria língua em busca do amor de um humano (A Sereiazinha) ou um rapaz que procurando o medo retira sete enforcados da forca para aquecê-los (O homem que saiu em busca do medo). Muitos adultos olham as crianças sob a lógica do adulto e não sob a fantasia da criança. Quando pequena, a criança pode ser bem agressiva: bater no irmão, não sair de perto da mãe, morder o colega da escola... a medida que cresce e começa a socialização a criança fala, ao invés de agir – simbolizando. E o conto é exatamente a escrita de uma simbolização, de um mundo onde a criança pode extravasar seus anseios, medos e necessidades. Escondendo a dor, a perda, a violência dos contos, esconde-se o que há de mais verdadeiro nessas histórias. O conto não deve ser só feito de imagens boas, pois não deve ser uma fuga para as crianças se esconderem em um mundo de faz de conta. Mas, conter as passagens de medo, angústia, vingança como um meio da criança simbolizar seus próprios conflitos. O enredo dos contos de fada também reproduz as histórias de vida das crianças, pois nele o herói sai de casa, passa por privações, enfrenta perigos e conhece a maldade, triunfando no final da história. Na vida, a criança passa por estas modificações: precisa sair de casa. Desligar-se dos pais. Ir para escola, fazer amigos, saber evitar situações de risco, explorar o mundo a sua volta. A criança tem relação de total indistinção com a mãe nos primeiros meses de vida. A criança é o desejo da mãe. Essa quebra se dá com a interdição ao incesto que a função paterna realiza. A partir desse momento a criança, volta-se para a cultura. Para o Outro. E o conto de fadas entra como este Outro, pois também pode ajudar na separação dessa relação mãe-criança. Isso acontece pois, de maneira simbólica, o conto atua no psíquico da criança. Podemos tomar como exemplo o conto de Andersen, A Polegarzinha. Nesta história, uma mulher deseja muito ter um filho, então pede ajuda a uma feiticeira que lhe dá um grão de cevada - semente. A partir do beijo da mãe, a flor se abre e nasce a filha, como é muito pequena, recebe o nome de Polegarzinha. Um dia, enquanto está dormindo, uma sapa a seqüestra para casar-se com o filho sapão. No entanto, a menina foge com a ajuda dos peixes. Um besouro a pega para casar-se com ele, mas todos os outros insetos dizem que Polegarzinha é muito feia. Depois de ser deixada pelo besouro a personagem acredita ser feia. Ela encontra-se, então, com uma rata, e esta também quer realizar o casamento da Polegarzinha com o vizinho toupeira, por este ser rico e inteligente. Enquanto está na casa da rata, a menina salva uma andorinha e esta depois ajuda sua salvadora a fugir do casamento, levando-a para um lugar onde há outras pessoas como ela – pequena como o dedo polegar. Lá então Polegarzinha conhece um homem com quem se casa. Esta pequena história nos mostra que Polegarzinha vive segundo os desejos do Outro. É sempre levada, carregada para os lugares sem ser questionada. Quando a andorinha aparece, a personagem faz uma escolha, pois lhe é feita uma pergunta: “O frio inverno está chegando – disse a pequena andorinha – Estou de viagem para as regiões quentes. Você quer vir junto?” (Andersen, 1995:34). A criança quando pequena, é o desejo da mãe, tem medo e gosta daquilo que a mãe gosta. Para ilustrar, transcrevo um trecho da fala de uma paciente de Maud Manonni: “A fumaça”, diz Isabelle, “arde nos olhos das crianças. Elas têm medo. No fundo elas não têm medo, é porque a mamãe tem medo que elas têm o medo da mamãe(...)” (Manonni, 1988:137). O conto ilustra Polegarzinha presa ao desejo dos outros até que toma sua decisão e parte, libertando-se dos desejos dos outros e tornando-se um sujeito desejante. Agora, já caminha com seus próprios pés, sem precisar ser levada pelos outros. A pesquisa realizada para este artigo apenas está começando. Este é um pequeno apanhado de quantas significações e significados podemos encontrar em uma literatura de tão fácil acesso como os contos de fadas. Para percorrer este caminho agi um pouco como Chapeuzinho Vermelho, ao olhar pelos cantos. Em alguns momentos saí da trilha, mas logo retomei o meu rumo. Em outros, fiquei como a Bela Adormecida, esperando o momento para despertar e então escrever mais algumas linhas. Em outras, sendo ousada, como a menina que percorre o mundo em “Os sete corvos”. Os contos de fadas vêm mobilizando milhares de crianças, jovens e adultos durante muitas décadas. Muitos trazem lembranças, sejam boas ou más, de algum conto em particular. Como cada um vivencia um conto é único. Referências Bibliográficas: ANDERSEN, Hans C. Histórias maravilhosas de Andersen. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1995. BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. FREUD, Sigmund. A ocorrência, em sonhos, de material oriundo de contos de fadas. Obras Completas de Sigmund Freud. Volume XII, 1913. MANNONI, Maud. Efeitos da reeducação em uma criança neurótica. In: A criança retardada e a mãe. São Paulo: Martins Fontes,1988. p. 125-146
Escrito por Sú às 11h04 AM
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Era uma vez...

A lua que não dei... Compreendo pais - e me encanto com eles - que desejariam dar o mundo de presente aos filhos. E, no entanto, abomino os que, a cada fim de semana, dão tudo o que filhos lhes pedem nos shoppings onde exercitam arremedos de paternidade. E não há paradoxo nisso. Dar o mundo é sentir-se um pouco como Deus, que é essa a condição de um pai. Dar futilidades como barganha de amor é, penso eu, renunciar ao sagrado.
Volto a narrar, por me parecer apropriado à croniqueta, o que me aconteceu ao ser pai pela primeira vez. Lá se vão, pois, 45 anos. Deslumbrado de paixão, eu olhava a menina no berço, via-a sugando os seios da mãe, esperneando na banheira, dormindo como anjo de carne. E, então, eu me prometia, prometendo-lhe: "Dar-lhe-ei o mundo, meu amor." E não lho dei. E foi o que me salvou do egoísmo, da tola pretensão e da estupidez de confundir valores materiais com morais e espirituais.
Não dei o mundo à minha filha, mas ela quis a Lua. E não me esqueço de como ela pediu, a Lua, há anos já tão distantes. Eu a carregava nos braços, pequenina e apenas balbuciante, andando na calçada de nosso quarteirão, em tempos mais amenos, quando as pessoas conversavam às portas das casas. Com ela junto ao peito, sentia-me o mais feliz homem do mundo, andando, cantarolando cantigas de ninar em plena calçada. Pois é a plenitude da felicidade um homem jovem poder carregar um filho como se acariciando as próprias entranhas. Minha filha era eu e eu era ela. Um pai é, sim, um pequeno Deus, o criador. E seu filho, a criatura bem amada.
E foi, então, que conheci a impotência e os limites humanos. Pois a filhinha - a quem eu prometera o mundo - ergueu os bracinhos para o alto e começou a quase gritar, assanhada, deslumbrada: "Dá, dá, dá..." Ela descobrira a Lua e a queria para si, como ursinho de pelúcia, uma luminosa bola de brincar. Diante da magia do céu enfeitado de estrelas e de luar, minha filha me pediu a Lua e eu não lha pude dar.
A certeza de meus limites permitiu, porém, criar um pacto entre pai e filhos: se eles quisessem o impossível, fossem em busca dele. Eu lhes dera a vida, asas de voar, diretrizes, crença no amor e, portanto, estímulo aos grandes sonhos. E o sonho da primogênita começou a acontecer, num simbolismo que, ainda hoje, me amolece o coração. Pois, ainda adolescente, lá se foi ela embora, querendo estudar no Exterior. Vi-a embarcar, a alma sangrando-me de saudade, a voz profética de Kalil Gibran em sussurros de consolo:
"Vossos filhos não são vossos filhos, mas são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Eles vêm através de vós, mas não de nós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. (...) Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas."
Foi o que vivi, quando o avião decolou, minha criança a bordo. No céu, havia uma Lua enorme, imensa. A certeza da separação foi dilacerante. Minha filha fôra buscar a Lua que eu não lhe dera.
E eu precisava conviver com a coerência do que transmitira aos filhos: "O lar não é o lugar de se ficar, mas para onde voltar."
Que os filhos sejam preparados para irem-se, com a certeza de ter para onde voltar quando o cansaço, a derrota ou o desânimo inevitáveis lhes machucarem a alma. Ao ver o avião, como num filme de Spielberg, sombrear a Lua, levando-me a filha querida, o salgado das lágrimas se transformou em doçura de conforto com Kalil Gibran: como pai, não dando o mundo nem Lua aos filhos, me senti arqueiro e arco, arremessando a flecha viva em direção ao mistério.
Ora, mesmo sendo avós, temos, sim e ainda, filhos a criar, pois família é uma tribo em construção permanente. Pais envelhecem, filhos crescem, dão-nos netos e isso é a construção, o centro do mundo onde a obra da criação se renova sem nunca completar-se. De guerreiros que foram, pais se tornam pajés. E mães, curandeiras de alma e de corpo. É quando a tribo se fortalece com conselheiros, sábios que conhecem os mistérios da grande arquitetura familiar, com régua, esquadro, compasso e fio de prumo. E com palmatória moral para ensinar o óbvio: se o dever premia, o erro cobra.
Escrevo, pois, de angústias, acho que angústias de pajé, de índio velho. A nossa construção está ruindo, pois feita em areia movediça. É minúsculo o mundo que pais querem dar aos filhos: o dos shoppings. E não há mais crianças e adolescentes desejando a Lua como brinquedo ou como conquista. Sem sonhos, os tetos são baixos e o infinito pode ser comprado em lojas. Sem sonhos, não há necessidade de arqueiros arremessando flechas vivas.
Na construção familiar, temos erguido paredes. Mas, dentro delas, haverá gente de verdade?
Escrito por Sú às 10h48 AM
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Curiosidades... Propagandas!


Escrito por Sú às 02h53 PM
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Teste seu conhecimento!

Você está em dia com as novas regras ortográficas? O Portal Terra montou um pequeno "Quiz", com perguntinhas de múltipla escolha, para testar os seus conhecimentos. O endereço é: Sucesso a todos!
Escrito por Sú às 02h36 PM
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Fique por dentro!

Olá pessoal! Não é novidade que a nossa língua está passando por mudanças. Novidade é termos que reaprender a usá-la em certas ocasiões... Aqui vão as principais alterações: Alfabeto: O alfabeto ganha três letras (k, y e w) Antes: 23 letras Depois: 26 letras Trema: O trema cai, de vez, em desuso, exceto em nomes próprios e seus derivados. Grafado nos casos em que o “u” é átono e pronunciado (que, qui, gue, gui), o sinal não será mais utilizado nas palavras da língua portuguesa. Antes: lingüiça, conseqüência, freqüência Depois: linguiça, consequência e frequência
Hífen: O sinal não poderá ser mais usado quando a primeira palavra terminar com vogal e a segunda começar com consoante. Antes: anti-rugas, auto-retrato, ultra-som Depois: antirrugas, autorretrato, ultrassom
O hífen também não deve ser grafado quando a primeira palavra terminar com letra diferente da que começar a segunda Antes: auto-estrada, infra-estrutura Depois: autoestrada, infraestrutura
O sinal deverá ser usado quando a palavra seguinte começa com b, h, r, m, n ou com vogal igual à ultima do prefixo Antes: anti-imperialista, super-homem, inter-regional, sub-base Depois: anti-imperialista, super-homem, inter-regional, sub-base
Outro caso que se faz necessário o uso do hífen é quando a primeira palavra terminar com vogal ou consoante igual à letra que começar a segunda Antes: microônibus, contraataque, microondas Depois: micro-ônibus, contra-ataque, micro-ondas
Acento agudo: Os ditongos abertos “éi” e “ói” das palavras paroxítonas não serão mais acentuados Antes: jibóia, apóio, platéia, européia Depois: jiboia, apoio, plateia, europeia * As palavras herói, papéis e troféu continuam sendo acentuadas porque têm a ultima sílaba mais forte
O acento some também no “i” e no “u” tônicos quando vierem depois de ditongo em palavras paroxítonas Antes: feiúra, bocaiúva Depois: feiura, bocaiuva * O acento permanece se o “i” ou o “u” estiverem na ultima sílaba, a exemplo de Piauí e tuiuiú
Na letra “u” dos grupos que, qui, gue e gui o acento também deixa de existir Antes: apazigúe, averigúe Depois: apazigue, averigue
O acento diferencial também some em alguns casos Antes: pára, péla, pêlo, pólo, pêra Depois: para, pela, pelo, polo, pera * O acento diferencial não deixa de ser usado em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma também continua sendo acentuada para ser diferenciada de forma.
Acento circunflexo: O acento circunflexo some nas palavras terminadas em “êem” e “ôo” Antes: crêem, vêem, lêem, enjôo Depois: creem, veem, leem, enjoo
Escrito por Sú às 02h26 PM
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Reflexões da Sú...

Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos. (Santo Agostinho)
Escrito por Sú às 02h14 PM
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Era uma vez...
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O segredo das rosas
Era uma vez uma rosa amarela que nasceu no deserto. Aí veio uma caravana e a esmagou. Mas, a rosa teimou em renascer e todos perguntavam admirados:
- como uma rosa amarela pode nascer aqui nesse calor?
E cada vez que a pisavam ela tomava a nascer. Assim, foi levada para o homem mais importante daquela região e ficou com ele.
De repente, outra rosa azul claro nasceu no asfalto, no meio de uma grande ponte. Foi esmagada por carros, mas teimosamente renasceu e com admiração pela sua resistência foi levada para o homem mais importante desta região.
Mais uma de cor azul escuro nasceu em um vulcão, que apesar do intenso calor não era destruída. Foi levada, também, para o homem mais importante da região.
Outra vermelha nasceu em um pântano e também foi levada para a pessoa mais importante deste lugar.
Uma lilás nasceu numa geleira e foi levada, como as outras, para a pessoa mais importante do lugar.
Mais uma verde nasceu na caatinga e com espanto foi levada para a pessoa mais importante da região.
Curiosamente, nasceram rosas em diversos locais do planeta de forma esquisita e em lugares mais esquisitos ainda para rosas nascerem. Essas rosas eram muito resistentes, pois nunca morriam.
Além das que já falei, nasceu uma de cor laranja numa praia, quase dentro do mar, entretanto as ondas não a destruíam.
Todos as pessoas importantes, responsáveis pelas rosas, admiradas, resolveram convocar cientistas para estudarem o fenômeno. Cada um em sua respectiva região tinha uma opinião, um estudo, um compêndio, uma justificativa, mas não chegavam num acordo para explicar o estranho fenômeno. Todos queriam ter razão para explicar o inexplicável.
Foi então que resolveram convocar uma reunião para todos levarem suas rosas e seus estudos para um determinado lugar, onde seria escolhida a opinião mais sensata.
Nessa reunião, levaram vários dias discutindo quem tinha mais razão, sem nada resolver.
Uma criança que estava presente à reunião, afastou-se dos pais e foi para perto do canteiro onde estavam todas as rosas e calmamente começou a colhê-las uma a uma, até formar um ramalhete de rosas coloridas.
No instante que todas estavam totalmente juntas, imediatamente transformaram-se em um belo arco-íris e posteriormente em uma grande pomba branca, que voou para a cúpula do local da reunião.
Todos estavam admirados com a coragem da criança em mexer nas rosas dos poderosos.
A criança sorria olhando para a pomba e todos sorriram também, ao descobrir de forma simples a resposta para esse mistério: UNIÃO E PAZ.
"Ès tão importante para nós... Como as estrelas são para o céu, como os peixes para o mar, tal como nossos sentidos para o corpo. Ao olhar para estrelas do céu e observar a imensidão do infinito, verás um pouco do nosso amor por ti..." Para nossa querida Beatriz
Escrito por Sú às 03h51 PM
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Era uma vez...

Quero que haja tempo para você descobrir que sabe menos do que imagina e que o mundo é grande e cheio de coisas esperando para serem aprendidas; Quero que você leia, leia muito e que as letras dancem lindamente em sua cabeça, desorganizando seus pensamentos, desarrumando a casa e fazendo você querer mais e mais; Quero que acredite no seu sonho, mesmo que alguém lhe diga que ele não faz o menor sentido ou que jamais vai ser realidade. Ele é seu e por lhe pertencer lhe dá direito de posse e, por dele ser dono, é você e só você quem vai saber o que fazer com ele; Quero que ouse porque sem ultrapassar aqueles limites, corre o risco de fazer dos dias algo extremamente previsível e a essa altura não custa nada apostar no que está do outro lado; Quero que duvide do que ouviu a vida inteira e que a dúvida embaralhe as coisas de uma tal maneira que precise arranjar tempo para colocar tudo no lugar e, quem sabe, encontrar um jeito novo que antes jamais foi tentado; Quero que ocupe espaço e que sua vida inspire outros e seus atos motivem terceiros e que suas atitudes sejam capazes de mover outros seres numa corrente capaz de virar o planeta inteiro de pernas pro ar; Quero que ouça o que alguns apenas vêem; como Despereaux que conseguia ouvir o mel enquanto os demais camundongos apenas notavam as migalhas de pão que caíam pelo chão; Quero que você ame. Ame muito! Ame o que ama você e o que não ama. Ame o desconhecido e o repugnante, ame o diferente e o feio, ame o bruto e o esquisito, pois amar os que sobram vai ser extremamente simples; Quero que acredite e que faça da sua crença uma bandeira a ser içada em lugares altos. Lute por ela, dê as mãos a quem quer lutar com você; Quero que discorde, pois novos pontos de vista podem enriquecer uma discussão e o resultado disso tudo pode ser fantástico e surpreendente; Por fim quero que olhe ao redor e veja o visível, mas encontre tempo para o invisível. Dê-se o direito de fechar um olho ou tirar ambos os olhos de foco para que borrões de cores se misturem a sentimentos e lhe encham de prazer. Mude de lado. Vire de cabeça para baixo. Apague a luz. Acenda a luz. Acenda uma vela. Feche os olhos.
Escrito por Sú às 05h08 PM
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Reflexões da Sú

"Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, porque tudo passa a acontecer dentro de nós."
Escrito por Sú às 04h57 PM
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Fique de olho!

PROJETO “Raízes Folclóricas” Pedagoga e Contadora de Histórias Sueli do Nascimento Músico Clodoaldo Santos Neste projeto, a tradicional contação de história recebe das artes cênicas e musicais elementos essenciais para poder traduzir e apresentar uma criação de contos folclóricos, que estão perpetuados através de vasta imaginação de crianças, jovens e adultos. “Raízes Folclóricas” tem a intenção de criar as histórias e promover o levantamento acerca de sua importância pedagógica para, desta forma, apresente ao público um pouco do folclore brasileiro. O espetáculo resgata a magia das histórias e músicas folclóricas, onde o contador e músico interagem no encantamento artístico e lúdico que só as histórias podem nos presentear. PÚBLICO ALVO: Crianças, jovens e adultos Sueli do Nascimento; formada em Magistério, Pedagogia e Letras, é professora com experiência da Educação Infantil ao Ensino Fundamental I na rede particular e pública, contadora de histórias, pesquisadora nas áreas literária e pedagógica. Atuou em peças teatrais, participou de eventos recreativos no SESC Birigui, ministra oficinas e cria seu espaço literário com as palavras, pinturas, fotografias e músicas; neste espetáculo, criou as histórias e as letras das melodias. Clodoaldo Santos; Músico - violonista com carteira permanente da O.M.B. 27.348, graduado em pedagogia, autor de vários métodos didáticos, arranjador e compositor. Atuou em vários grupos musicais, foi técnico de monitoramento específico de corda dedilhada no Projeto Guri, atualmente é professor de violão, guitarra, cavaquinho, contrabaixo, teclado; responsável pelo som melódico do violão e teclado na composição deste espetáculo. 
Contato: E-mail : sueli_nascimento_79@hotmail.com
Escrito por Sú às 05h20 PM
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Era uma vez...

Um meio ou uma desculpa Um meio ou uma desculpa
Não conheço ninguém que conseguiu realizar um sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com a pessoa que ama e seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas para obter um resultado diferente da maioria, você terá que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare a maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão e a ilusão não tira ninguém de onde está. Em verdade, a ilusão é combustível dos perdedores pois. . .
QUEM QUER FAZER ALGUMA COISA ENCONTRA UM MEIO. QUEM NÃO QUER FAZER NADA ENCONTRA UMA DESCULPA. EU APENAS QUERO ENCONTRAR UM MEIO DE FICAR PERTINHO DE TI... Ao "meu" QUERIDO...Clo...
Escrito por Sú às 08h02 PM
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Reflexões da Sú...
"Se você não pode ser um poeta, seja o poema." David Carradine
Escrito por Sú às 07h46 PM
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Legalenga e outros poemas...

"O poder das palavras" Assim é o mundo. De homens e mulheres encantadores de palavras e gentes se escreve a nossa história.
Quantos jamais entenderão. Quantos jamais ousarão domar as letras para servir às idéias, manipular os vocábulos para inspirar o outro, fazer marionetes de palavras e espalhar uma filosofia.
A escola... Tem que ser na escola! Precisamos tornar nossos alunos aptos a serem os domadores neste circo. Precisamos fazer valer a voz de tantas almas mudas, surdas, tontas e vazias... Precisamos dar a todos o direito de um dia encantar tantos. E assim, desejo sempre ser uma "encantadora", ops, contadora de histórias...rsrsrs... Obrigada por fazerem parte de minha vida!!!! Bjinhos doces, repentinos, tais como, os desejos de pessoas puras com sonhos gigantescossssss...rsrsrsr... claro q o gigantesco depende do ponto de vista......rsrsrsr...
Escrito por Sú às 07h27 PM
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Era uma vez...

Arte de aceitar Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou, conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele cedeu. Aceitou-a. Fiquei pensando em algo tão definido pelos psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como o tema humano: a necessidade de ser aceito. Ser aceito não é receber a concordância. É receber até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é como pessoa. Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do verbo latino Accipio, que deu origem à palavra portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber, acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender; interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa aceitação misteriosa e empática que alguns nos concedem. Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido. É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia, que abre caminho para uma posterior concordância ou discordância, sem perda do afeto natural por nossa maneira de ser. Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de maior alcance do que os que derivam da razão. Implica intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória; conhecimento efetivo e afetivo do universo interior; compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices, medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do dentista ou disritmia. Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à vontade. Ela aceitará.
Escrito por Sú às 05h14 PM
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Reflexões da Sú

Um dia uma criança chegou diante de um pensador e pergunto-lhe:”Que tamanho tem o universo? Acariciando a cabeça da criança ,ele olhou para o Infinito e respondeu : ”O universo tem o tamanho do seu mundo” Perturbada ela novamente indagou : “Que tamanho tem o meu mundo?” O pensador respondeu : “Tem o Tamanho Dos Seus Sonhos!"
Escrito por Sú às 05h10 PM
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http://wordle.net/
Fonte: http://wordle.net/gallery/wrdl/206305/Raul_Seixas_-_Tente_outra_vez

http://wordle.net/gallery/wrdl/206265/The_Beatles_-_Imagine
Escrito por Sú às 08h28 PM
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Era uma vez... Para maiores de 30 anos! rsrsrs

A Lingüiça
Arnaldo Jabor
À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30.
Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar.
Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando... vai fazer alguma coisa que queira fazer... E geralmente é alguma coisa bem mais interessante.
Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer.
Elas definitivamente não ficam com quem não confiam; mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.
Você nunca precisa confessar seus pecados... elas sempre sabem...
Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Por que será, heim??
Mulheres mais velhas são diretas e honestas.
Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!
Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela.
Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça...
Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!
Infelizmente isto não é recíproco, pois para cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy, e bem resolvida, existe um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos,bancando o bobo para uma garota de 19 anos...
Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!
Para todos os homens que dizem: 'Por que comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?', aqui está a novidade para vocês:
Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê?
Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!'
Nada mais justo!
Escrito por Sú às 08h24 PM
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Reflexões da Sú...

Não importa o tamanho da montanha, ela não pode tapar o sol. Provérbio chinês
Escrito por Sú às 04h14 PM
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